Saude Mental: tratamentos alternativos no Brasil

Você sabe que as constelações ajudam no tratamento da saude mental?

Em março, o governo Federal incluiu as Constelações Familiares como prática autorizada a ser oferecida pelo SUS.

E o que isto representa para a saude mental?

1° Comprova na prática a relevância dos benefícios gerados por esta metodologia;

2° Mostra que estamos expandindo o nosso olhar sobre este tema.

Como já falei antes, acredito que a felicidade é um reflexo da verdadeira saúde. Ou seja, do equilíbrio entre corpo, mente e alma. Exemplos do seu dia a dia podem te ajudar nesta reflexão.  Afinal, quem não conhece uma história ou alguém que tem muito dinheiro e vive sofrendo por não ter saúde? Ou tem saúde e dinheiro, mas se sente extremamente infeliz. Já parou para pensar nisto?

Os sintomas em nosso corpo são mais visíveis e por isto, costumam ser “tratados”. O grande problema é que a medicina tradicional não considera que muitas doenças (e as consequentes dores físicas) tem fundo emocional ou energético/espiritual. Desta forma, ficamos habituados a remediar as questões.

Os desequilíbrios de ordem mental (cognitivos ou comportamentais) precisam ser reconhecidos e cuidados com a mesma importância. Nossa história traduz crenças, emoções e processos internos que definem nosso comportamento e minam nosso progresso. A cura de um problema não está nos sintomas, é preciso enxergar além para identificar as origens dele.

E nesta busca pelo bem-estar a Constelação vem comprovando o papel da alma neste processo. Não se trata de uma prática religiosa e sim, de uma ciência que vem sendo utilizada no mundo todo como prática complementar à pedagogia, saúde, empresas e ao direito.

A Constelação familiar sistêmica foi criada por Bert Hellinger, teólogo, filósofo, pedagogo e psicanalista alemão. Sua maior descoberta foi perceber que muitas vezes a vontade de mudar uma situação não é suficiente. Seus trabalhos mostram que a alma guarda informações sobre gerações da nossa família e como este coletivo inconsciente atua em nossa vida.

Bert ressalta que não existe escola para a vida, nossos pais já foram filhos e os pais deles também. E foi vivendo em “desequilíbrio”, entre falhas e acertos, alegrias e tristezas, tragédias e conquistas, doenças e conflitos que a história de cada família foi construída. Sabemos muito pouco sobre nós mesmos e menos ainda sobre nossas raízes, mas a verdade é que todos nós somos frutos deste sistema tão singular.

Viver em equilíbrio é um grande desafio. Se você deseja ser feliz não há outro caminho senão a informação, a cura acontece de dentro para fora. E, sem dúvida, a visão integrada das ciências e o olhar multidisciplinar são sempre a melhor opção nesta jornada.

Um grande abraço,

Ayumi Fernandes.

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