As crenças limitantes e as SUPERprojeções

As crenças limitantes e as SUPERprojeções

Hoje vamos falar como as suas crenças e julgamentos limitam sua vida.

Sou do tipo de pessoa que detesta filmes de ficção, confesso que costumo assistir aos que estão em cartaz muito mais por companheirismo do que por vontade. Sou do tipo reflexiva, adoro estórias reais e, como a maioria das mulheres, um romance açucarado. Admito dessa vez, adorei o filme SUPERMAN e BATMAN!!

Antes do duelo dos bonzinhos esquentar o personagem do superman começa a ser questionado pela sociedade que está revoltada com a falta de perfeição em seus atos de heroísmo. As “inquisições” começam, o descontentamento aumenta e os questionamentos ganham força: seria o superman bom mesmo? Seria suficiente fazer bem apenas para alguns? Quais seriam suas verdadeiras intenções? Seu intuito é mesmo ajudar? E nessa hora percebo que meus diálogos internos estão a todo vapor…

Me conectei muito mais com o Clark Kent real, seus medos, dificuldades e sua vontade de mudar algo e de fazer o bem de alguma forma me deram a certeza de que aquela historinha do filme existe. Fui tocada mais uma vez pela frase de sua mãe: “as pessoas não gostam daquilo que não conhecem”. Impressionante, vivemos criando estereótipos e papéis de mocinhos e vilões.

Para fechar com chave de ouro, Clark desabafa para Lois Lane (sua namorada) que não é o SUPERHOMEM, mas suavemente ela diz que ele é sim um super homem, pois talvez ele seja exatamente a esperança que as pessoas precisam, um homem de bem. Cheia de emoção eu volto para o planeta Terra pensativa….

Confesso que nem sempre o meu espelho esteve virado para o lado correto e nem sempre acertei, mas continuo com a esperança de que pessoas de bem existem e podem fazer a diferença! Talvez um bom coração seja suficiente, afinal existe mesmo alguém que não seja sombra e luz?!

Fica aqui uma pequena reflexão, o quanto você costuma julgar? De 0 a 10 quantas vezes você invalidou as intenções positivas dos outros? Que tal exercitar, no dia de hoje, o olhar para as pessoas de outra forma?

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